quarta-feira, 7 de abril de 2010

Budismo, engano fatal que seduz

Sidarta Gautama, um príncipe indiano, por volta do século VI a.C., ao deparar-se com a miséria e falibilidade humanas, deixou a vida faustosa em seu palácio e passou a buscar as respostas para as grandes perguntas da vida, aqui, e no além. Um dia, estando em meditação, sentado em posição de lótus sob uma árvore, recebeu a “iluminação” que tanto buscava. A partir daí, passa a ser conhecido como Buda (“o iluminado”).

Começa assim a gênese do Budismo. Buda, a princípio, não ensinou a fé em um deus pessoal, nem culto ou orações. Ele pregou uma lei moral universal, superior ao Hinduísmo, contra o qual reagiu. Após a experiência mística debaixo da figueira, encontra-se com cinco monges que tinham sido seus companheiros. Prega-lhes um sermão e depois começa a propalar seus ensinamentos ao povo indiano, e este, desiludido que estava com o Hinduísmo, começa a dar crédito às suas palavras. Morto Buda com a idade de oitenta anos, seus ensinamentos estavam bem divulgados na Índia.

Propagou-se a nova religião por toda a Ásia até o Japão, a leste, e a oeste à região do atual Afeganistão. Possui por isso diversas “escolas” que divulgam versões diferentes dos ensinamentos originais de Gautama Buda: Theravada ou Hinayana (“Pequeno Veículo”), procura ser fiel aos ensinamentos originais de Buda e ressalta a busca de iluminação individual; Mahayana (“Grande Veículo”) apregoa um Buda como salvador divino, inclusive adorando sua imagem e professam a iluminação em benefício de todos os seres; Vajrayana (“Veículo do Diamante”) que entende serem necessários processos mágicos para alcançar a eterna força divina, enfatizam as práticas ocultas e sobrenaturais.

A doutrina budista original é muito mais filosófica, ética e psicológica do que centrada na adoração de alguma deidade. Apesar da deificação posterior por parte de seus seguidores, Gautama Buda pretendia ensinar o caminho à bondade e à sabedoria perfeitas sem usufruir de um conceito de um “deus pessoal”, queria ter o mais elevado conhecimento sem uma “revelação”, almejava a possibilidade de redenção sem um “redentor vicário”, ou seja, uma salvação na qual cada um é o seu próprio salvador.

Esta visão religiosa fez e continua a fazer seguidores em muitos lugares. A doutrina budista conserva alguns pontos de semelhança com o Hinduísmo, por exemplo, no conceito de que a humanidade passa de vida em vida através de incontáveis renascimentos (“samsara”) e sofre as consequências de ações passadas e presentes (“karma”) mas difere daquela no sentido de negar a existência de uma alma imortal (embora a maioria dos budistas hoje, particularmente do Extremo Oriente, creiam na transmigração da alma imortal ou seja, a reencarnação) e também a possibilidade de o homem, através da iluminação, escapar da roda da samsara, ou seja, não mais reencarnar e em seguida alcançar o nirvana que é um estado onde não fica bem claro se trata-se de um aniquilamento total da alma ou uma existência feliz. Mas este é apenas uma das incontáveis contradições nesta que tem sido ultimamente uma das religiões orientais que mais tem atraído seguidores no Ocidente, por causa dos esforços de uma crescente militância.

Livros, filmes, celebridades do show bizz e os adeptos da Nova Era tem semeado com sucesso as doutrinas de Sidarta Gautama. Possui o Budismo um garoto-propaganda muito conhecido em todo no mundo na pessoa do Dalai Lama, a figura mais proeminente do Budismo tibetano. Viaja muito e por onde passa conquista as pessoas com seu jeito bonachão e tranquilo e consegue despertar ainda mais curiosidade também por causa de sua aparência, sempre trajado com seu indefectível manto vermelho e amarelo.

O desafio do Budismo para a fé cristã não pode ser menosprezado. Muitos, por causa desta propaganda crescente em torno desta exótica religiosidade que tanto atrai as pessoas, fascinadas com tudo que se refere ao Oriente, abraçam esta doutrina sem verificar a fundo suas implicações. O Budismo não reconhece que exista tal coisa como o pecado contra um Deus a quem devamos prestar contas. Também rebaixam a dignidade do ser humano, que nada vale para eles, posto que teria uma existência meramente temporária. O Cristianismo ensina que o homem, criado à imagem e semelhança de Deus (Gn 1.26), tem valor infinito e existirá eternamente, os budistas menosprezam o corpo físico, mas o crente utiliza o mesmo como um instrumento para glorificar a Deus (1 Co 6.20).

Seduzem por práticas como a ioga e também a meditação, por exemplo, onde, diferentemente da meditação cristã, procuram esvaziar a mente para alcançarem a tão propalada “iluminação” e desta forma o nirvana ainda nesta vida conforme crêem os adeptos do Zen-budismo. O conceito fundamental do Budismo é que o conhecimento e o entendimento levam à iluminação e à salvação. Todavia, as complicadas e controversas doutrinas das várias escolas budistas só tem acorrentado ainda mais seus seguidores. Por trás de uma imagem de serenidade e bondade está uma das mais sedutoras e malignas doutrinas criadas pela imaginação humana por inspiração de Satanás.

Possa a Igreja considerar tão grande engano e tentar salvar estes que se deixam seduzir por estas iscas infernais que lhes escravizam a alma. Colossenses 2.8:Tende cuidado, para que ninguém vos faça presa sua, por meio de filosofias e vãs sutilezas, segundo a tradição dos homens, segundo os rudimentos do mundo, e não segundo Cristo.” Creio que a Igreja de Jesus pode e deve, com muito amor, usar todos os meios para alcançar os budistas para Cristo e alertar aos simpatizantes que se multiplicam a cada dia.

Pensemos todos nisto.

6 comentários:

  1. A PAZ

    TEMOS VISTO MUITAS PESSOAS SENDO ENGANADAS PELO INIMIGO E O PIOR QUE A SEGUEIRA É TÃO FORTE QUE NEM LENDO SOBRE A VERDADE NÃO CONSEGUEM SE DESVIAR DA FALSIDADE.

    ESTAMOS SEGUINDO SEU BLOG

    OBRIGADO PELA VISITA AO MEU BLOG

    ABRAÇOS

    FIQUE NA GLORIOSA PAZ DE JESUS

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  2. Amém irmão Sérgio, sinta-se à vontade para publicar seus comentários, também estarei visitando seu blog com o mesmo intuito, fique na paz!

    Cicero Ramos

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  3. A Paz irmão!
    Realmente, é complicado, mas os seguidores desta doutrina pensam que estão no caminho da verdade. Pois que mal há em tamanha bondade e abnegação como a dos monges budistas?
    Sutiliezas e colocado de tal forma que deixa dúvidas da impolicação por trás disso.
    Que Jesus através do Espírito Santo de Deus, quebre todos os sofismas impostos aqueles que querem realmente conhecer Deus.

    Graça e Paz!

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  4. É verdade, eles pensam realmente que estão no caminho verdadeiro passando aos incautos a impressão de que vivem em paz consigo mesmos e com Deus, mas não é verdade, enganosamente vivem e tentam atrair a muitos com sua espiritualidade que quase sempre fascinou e fascina a muitos no Ocidente. Obrigado por seu comentário, fique na Paz verdadeira do Senhor Jesus!

    Cicero Ramos

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  5. Leigos rs Vc passa a vida toda lendo, aprendendo, fui a escola, a faculdade e tenho que aguentar isso. Alguém aqui pelo menos se deu ao trabalho de pesquisar sobre o assunto antes de falar? Ou será que só leram a bobagem que esse cara escreveu e acreditou?

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    1. Eu nao so pesquisei como participei desde meu nascimento fui fucuchi 😉

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