
quinta-feira, 13 de janeiro de 2011
Extremistas norteamericanos e seu ódio desprezível

domingo, 9 de janeiro de 2011
As visões religiosas do mundo e a missão cristã

terça-feira, 4 de janeiro de 2011
A suave escravidão da moda

sábado, 1 de janeiro de 2011
Um futuro novo, não apenas agora

quarta-feira, 29 de dezembro de 2010
É bom parar agora para avaliar a vida com Deus......

sexta-feira, 24 de dezembro de 2010
A humildade e submissão de Cristo que a Igreja deveria ter

quinta-feira, 16 de dezembro de 2010
Intimidade com Deus, ainda a prioridade.....

sábado, 11 de dezembro de 2010
Teologia Sistemática: Porquê?

sábado, 4 de dezembro de 2010
Precisamos de uma experiência de glória

Se há algo que é de muita valia para o cristão é de uma experiência mais profunda com Deus. O episódio da transfiguração do Senhor Jesus em Mt 17.1-9 aqui é o nosso parâmetro. Jesus e seus discípulos vinham de um trabalho ministerial exaustivo. Estavam em Cesaréia de Filipo (16.13) e passada uma semana, conduziram-se a um alto monte, que segundo alguns estudiosos, bem pode ser o conhecido monte Hermon. Ali o Senhor transfigurou-se diante deles. Sua glória foi revelada aos três discípulos que ali estavam. O ambiente transformou-se, e não apenas o Senhor. Ali, podemos assim dizer, o céu “baixou” e eles encontravam-se na presença imediata e bendita do Senhor de todo o Universo. Também dois ilustres servos de Deus, Moisés e Elias, ali comparecem e dialogam com Jesus. Era realmente um momento de grande glória e emoção. Tanto que Pedro falou o que desejava fazer mas sem todavia compreender a magnitude e a natureza daquele evento majestoso.
Eu creio que precisamos de uma experiência com o sublime. Precisamos de uma experiência com o inefável. Precisamos ser revestidos da glória so Senhor.
Notemos que aqueles homens e Jesus, saíram das experiências corriqueiras de seu cotidiano e retiraram-se para um local isolado. Neste caso, um alto monte. Isso deve ser ponderado. Sair de nosso lugar comum, distante da agitação própria da vida moderna e buscar a Presença de Deus, fará uma diferença enorme e acrescentará qualidade e aprofundamento em nosso relacionamento com o Senhor.
Não queremos dizer com isso que, necessariamente, este lugar retirado tenha de ser literalmente um “alto monte”. Mas pode ser qualquer lugar em nosso mundo em que possamos nos retirar e estar a sós com Deus. Jesus disse em Mt 6.6 que devemos entrar em nosso aposento e buscar a Deus. Este lugar tanto pode ser o nosso próprio quarto de dormir como o banheiro da empresa em que trabalhamos, por exemplo. O que importa é considerar em si o ato da “retirada para um lugar secreto e isolado”. Isto deve ser plenamente considerado.
Pergunta-se: Semelhantemente como em Mt 17, o céu poderá “descer” até nós? Sim e não. Como? Nem sempre apraz a Deus manifestar-se de uma forma que diríamos “espetacular”. Nem sempre haverão “rostos resplandecentes como o sol” e “vestidos brancos como a luz” (17.2). Diríamos que, na grande maioria das vezes, o Senhor se manifestará no silêncio. Mas nem por isso deixa de ser uma real experiência de glória. Agora, quando tivermos uma manifestação visível, palpável, sempre deveremos lembrar as palavras sábias do apóstolo Paulo em 2Co 12. Ele fala que efetivamente fôra arrebatado ao terceiro céu e tanto viu como ouviu palavras inefáveis. Mas o que se destaca nesta passagem é a humildade cuidadosa de Paulo em não declarar abertamente que era ele mesmo quem havia sido arrebatado à Presença de Deus. A experiência de glória desta forma explícita pode ter o condão de mexer com nossa vaidade humana.
Mas mesmo diante desta possibilidade, reafirmamos a importãncia singular deste componente para a vida do cristão. O profeta Isaías foi outro exemplo desta experiência com o sublime. No capítulo 6 de seu livro, lemos que o profeta “viu o Senhor assentado sobre um alto e sublime trono.” Viu igualmente serafins ao redor d’Ele. Embora considerando-se impuro (v.5) assim como ao seu proprio povo, Deus ainda assim revelou-se ao seu servo, purificou-o (vs 6,7), fez um apelo ao profeta, imediatamente correspondido (v.8) e então O comissionou (v.10). Mas tudo isso teve seu começo com a visão inicial de Deus, ou seja, de uma experiência de glória.
Outro profeta que também teve esta bendita experiência foi o profeta Ezequiel. Teve uma visão tremenda do Senhor em sua Glória, viu rodas cheias de olhos, viu seres viventes, viu o trono do Onipotente. Ezequiel foi inundado desta magnifíca glória. Mas, notemos que o profeta, um mero ser humano, não pôde ficar de pé diante da visão desta glória inaudita. Caiu sobre o seu rosto. Mas o Senhor ordenou que se levantasse e falou-lhe, comissionando-o assim como fez com Isaías para que fosse seu mensageiro entre os judeus rebeldes (Ez 1.1-28; 2.1-8).
Irmãos, creio que todo crente em Jesus Cristo, mais cedo ou mais tarde, deverá ter uma experiência deste porte em sua vida e ministério. Digo todavia, que esta experiência, este marco que se consolidará nele, não tem de ser exatamente igual ao que acabamos de ler como na transfiguração de Jesus ou como nas visões de Isaías e Ezequiel. Mas eu creio que devemos esperar de alguma forma a manifestação definida e específica de Deus para nós. Não estou fazendo disso uma regra. Não estou pontificando de que toda nossa vida com Deus esteja concentrada ou que esteja convergindo para este ponto, necessariamente. Mas creio que o Senhor tem interesse em marcar a vida de Seus servos com um encontro significativo e inesquecível.
Poderíamos ainda citar mais três exemplos para corroborar nossa tese. Jacó (Gn 32.22-32), Moisés (Ex 3 e 4) e Elias (1Re 19.8-21). Jacó lutou com o Anjo do Senhor em Jaboque e ali sua vida e seu nome foram transformados, Moisés viu a maravilha que era um arbusto arder e não se queimar e através disto encontrou-se com Deus e sua vida foi reorientada para atender ao chamado divino e Elias, com temor das perseguições da perversa Jezabel, reanimou-se no Senhor após ouvir uma “voz mansa e delicada”. Interessante nesta passagem é que antes de ouvir a voz do Senhor, três fenômenos naturais com toda sua intensidade que poderiam levar o profeta Elias a entender que por causa da potência daqueles elementos, o Senhor estaria ali, manifestando-se daquela forma: um forte vento, um terremoto e um fogo. Nenhum deles. A experiência de glória de Elias aconteceu por meio da voz mansa e delicada que ouviu.
Assim, quer seja de forma deslumbrante, espetacular, apoteótica, ou, simples, tranquila, suave, reputamos como deveras importante um encontro diferenciado com o Senhor que seja singular, significativo, transformador e único para todos aqueles que dispuserem seu coração e sua vida para serem inteiramente d’Ele e serem usados por Ele para a Glória devida ao Seu Nome.
Pense nisso e que o Senhor permita que entremos em Sua presença, em Seu santuário, que tenhamos uma experiência de glória e que nunca mais sejamos os mesmos a partir de então. Amém!
sexta-feira, 26 de novembro de 2010
A bela e eficaz ação do Estado: Respira Rio!

segunda-feira, 22 de novembro de 2010
Trânsito que mata e que aleija, o que fazer?

quarta-feira, 17 de novembro de 2010
O cristão pode contribuir para o bem deste mundo?

Se alguém é um autêntico seguidor de Jesus Cristo não só pode como deverá assim proceder como expressão de sua fé no Salvador. A variedade e complexidade dos problemas humanos é amplamente conhecida. Para todos esses problemas, o Evangelho se apresenta como a resposta divina a um mundo que foi tremendamente afetado pelo pecado. Evangelho este vivido e praticado em sua integridade, com plena autenticidade por homens e mulheres salvos, regenerados, justificados, santificados, ou seja, retirados da atmosfera perversa deste presente século com seu modus vivendi contrário a Deus e enviados agora, comissionados pelo próprio Senhor que os salvou (Jo 17.18) para anunciarem entre seus semelhantes a glória do Evangelho que é restaurador em sua natureza.
O mundo clama pela luz do Evangelho. O mundo anseia pela manifestação dos filhos de Deus (Rm 8.19). Jesus claramente disse que nós, seus discípulos, somos sal da terra e luz do mundo (Mt 5.13,14). Satanás e os demônios atuam na atmosfera espiritual deste século. Não estão, todavia ,fora do controle do Senhor. Mas, segundo a mesma Palavra de Deus, as potestades do mal agem continuamente em franca oposição aos propósitos divinos desde o começo do mundo (Gn 3). Mas Jesus Cristo arrancou o ferrão do Maligno e é só uma questão de tempo para que se cumpra a sentença lavrada contra o Inimigo e todas as hostes espirituais da maldade (Ap 20.10).
Enquanto isto não acontece o Evangelho autêntico e integral por meio da pregação e vivência da Igreja continuará a fazer a sua extraordinária obra nas mentes e corações dos homens. Não há em todo o Universo outra mensagem ou outro poder que possa suscitar a transformação da raça humana. Esta mudança operada em homens e mulheres é o princípio fundamental para inverter ou subverter a atual ordem vigente. Acredito que, se este Evangelho, esta abençoada mensagem estivesse sendo vivenciada em sua integralidade desde seus primórdios, desde a fundação da Igreja no Dia de Pentecoste (At 2), o Senhor Jesus já teria então voltado para a consumação de todas as coisas.
Vivemos hoje então a realidade do “já” e do “ainda não”. Pessoas transformadas pelo Evangelho e vivendo-o em sua integralidade contribuem para o bem do mundo. Abençoando vidas em todo lugar. Sendo imitadores de Deus ao viver de forma abençoada e abençoadora (Ef 5.1,2). Esta é a gloriosa dimensão do “já”, da presença benfazeja do Evangelho no mundo através de vidas transformadas. Entretanto, deveremos igualmente considerar e refletir sobre a realidade do “ainda não”. Da presença sombria do mal no mundo. Da realidade da ação demoníaca. Das malfazejas ações de homens caídos em seus delitos e pecados (Ef 2.1-3). As duas realidades se sobrepõem. Se encontram. E por isso, inevitáveis conflitos ocorrerão. A luz do Evangelho permeando as trevas espirituais do presente século!
O Nazismo poderia não ter surgido ou não ter assumido o poder na Alemanha caso o Evangelho pregado e, mais ainda, vivenciado pela Igreja neste país fosse biblicamente plausível. Stalin na Rússia, ou, o Comunismo como um todo, talvez não tivesse exposto sua medonha face, que causou a morte de milhões, se a Igreja Ortodoxa Russa vivesse em conformidade com o Evangelho autenticamente bíblico. O tráfico negreiro poderia não ter ocorrido, com toda sua trágica conta de milhões de seres humanos mortos ou sujeitos às mais abjetas condições de vida e sofrimentos, caso aqueles que, dizendo-se “cristãos” tivessem de fato sido expostos ao verdadeiro Evangelho e consequentemente tivessem suas existências transformadas segundo à imagem de Cristo.
Jesus viveu entre nós como servo (Fp 2.5-8). Ele veio para servir aos seres humanos, entregando ao final sua própria vida como preço de resgate. E é nesse espírito de serviço conforme At 10.38: “Como Deus ungiu a Jesus de Nazaré com o Espírito Santo e com virtude; o qual andou fazendo bem, e curando a todos os oprimidos do diabo, porque Deus era com ele”, que todo cristão autêntico deverá viver. A única forma de trazer o bem como antídoto ao mal que há no mundo será por meio de vidas verdadeiramente transformadas pelo poder do Evangelho de Cristo.
Lamentamos entretanto o atual estado da Igreja em nossa época. A Igreja enquanto instituição humana é falível. Tristemente falível. A Igreja enquanto organismo vivo, como verdadeiro Corpo de Cristo que transcende o famigerado denominacionalismo, faz e fará uma obra admirável. Cada verdadeiro cristão de per si é a expressão da vontade de Deus no mundo e para o mundo.
O crente pode de fato contribuir para o bem deste mundo? Depende. De que? De que viva autenticamente o Evangelho em sua integralidade. Somente desta forma sua vida e suas ações se constituirão numa barreira para o avanço do mal. Este não será extinto do mundo somente pela pregação e vivência autêntica de fé. A Bíblia não declara que o mundo inteiro será convertido à fé em Cristo (Mt 24.14; 2Ts 3.2). Mas, reiteradamente as Escrituras afiançam a capacidade e o poder do Evangelho para a mudança do coração humano (Rm 1.16). E, sendo assim, se verificará os benefícios que daí advirão não só para a própria pessoa como para os que estão em derredor.
Em alto e bom som proclamemos a mensagem do Evangelho. Que faça-se soar a trombeta da anunciação desta mensagem, um som que seja plenamente audível a todos (1Co 14.8). O mal sempre será vencido pelo bem. A luz prevalecerá sempre contra as trevas. E em sua gloriosa missão, o cristão e a Igreja por extensão, estarão fazendo o mesmo trabalho de que se ocupou João Batista: De preparar o caminho do Senhor, de anunciar suas veredas, clamando do deserto espiritual que é este mundo presente (Is 40.3; Mt 3.1-3; 1Jo 5.19).
É nesta plena certeza que conclamo você para que, como servo de Cristo, contribua para o bem porque fomos chamados para abençoar, para bendizer, para que, por herança, alcançemos a benção (1Pe 3.9). E também: “Porque é melhor que padeçais fazendo bem (se a vontade de Deus assim o quer), do que fazendo mal” (1Pe 3.17).
Portanto, pense nisso.
sexta-feira, 12 de novembro de 2010
A causa de Deus e as causas dos homens

Conheço cristãos que têm um zelo quase religioso por causas de âmbito inteiramente humano. Esses irmãos possuem uma militância guerreira pelas causas que abraçam. Nada contra aqueles que dedicam-se principalmente às causas que concernem a beneficiar o conjunto da população, por exemplo, todavia, o que nos causa espécie é que muitos destes seguidores de Cristo, no que concerne ao Evangelho não demontram a mesma abnegação.
A causa de Deus, ou seja, a anunciação da mensagem do Evangelho visando a salvação dos homens, precisa de anunciadores ou comunicadores dedicados. Usando a terminologia bíblica, devem as testemunhas de Jesus Cristo ter um notável zelo para fazer com que Seu Nome seja conhecido em todo lugar e a todo tempo.
O desejo do coração de Deus é de que todos O conheçam. Conforme diz o escritor aos Hebreus: “E não ensinará cada um a seu próximo, nem cada um a seu irmão, dizendo: Conhece o Senhor; Porque todos me conhecerão, desde o menor deles até ao maior” (Hb 8.11). Para tanto, ele determinou que todos que Lhe servem sejam portavozes da mensagem libertadora do Evangelho. Todos que O servem deverão espalhar as Boas Novas por onde estiverem: “Portanto ide, fazei discípulos de todas as nações”; “E disse-lhes: Ide por todo mundo, pregai o evangelho a toda criatura”; “….e ser-me-eis testemunhas, tanto em Jerusalém, como em toda a Judéia e Samaria, e até aos confins da terra” (Mt 28.19; Mc 16.15; At 1.8b).
A dedicação, o esforço, a preparação, o zelo, o tempo utilizado, enfim, são todos fatores que devem ser ponderados pelos servos de Deus. A causa é urgente. E também nobilíssima. Não pode ser atrasada. E muito menos trocada por coisas de somenos importância. Quando contemplo alguém que se diz servo de Cristo, e que dedica-se com exclusividade e aguerrida militância a causas outras e não empenha-se da mesma forma pela causa de Cristo, fico a perguntar: Será que este irmão entendeu a urgência do chamado de Deus em sua vida? E quando falo de chamado de Deus, não estou absolutamente falando de que seja o típico chamado missionário, ou seja, de ir para terras longínquas para apregoar ali o Evangelho. Mas falo de um sentido missional em todo o nosso viver.
Deveremos viver de tal forma que tudo o que fizermos, seja em âmbito pessoal ou público, esteja convergindo para a causa sublime e suprema do Evangelho. A salvação do ser humano é o mais importante assunto, o mais crucial. Não pode ser tratado como negócio inferior. Não deve ser colocado como algo secundário o qual trataremos se tivermos tempo. Todo aquele que serve a Jesus foi escolhido por Ele e nomeado para que vá e dê fruto (Jo 15.16). Fomos chamados para uma santa vocação (2Tm 1.9). A causa de Deus é nossa prioridade. Se é prioridade para o Senhor, deverá ser para nós também. O apóstolo Paulo disse: “Ninguém que milita se embaraça com negócios desta vida, a fim de agradar àquele que o alistou para a guerra” (2 Tm 2.4).
Os negócios temporais muitas vezes conspiram contra a causa bendita do Evangelho de Cristo. Cristãos que são extremamente zelosos de coisas desta vida e de forma correspondente não se interessam pelos negócios de Deus conspiram contra a causa de maior importãncia que levou à cruz o próprio Filho de Deus. O Reino de Deus deve ser nossa prioridade. Quer estejamos trabalhando em tempo integral na propagação do Evangelho, quer sejamos profissionais em alguma área ou empresários, todos os cristãos devem obedecer ao mandato supremo de ganhar almas para Cristo.
O profeta Isaías respondeu afirmativamente a este chamado divino. Lemos em Is 6.8: “Depois disto ouvi a voz do Senhor que dizia: A quem enviarei, e quem há de ir por nós? Então disse eu: Eis-me aqui, envia-me a mim.” Após ter contemplado a glória do Senhor, o profeta temeu por causa de seu pecado, recebeu em seguida a purificação do Senhor, e foi compungido em seu coração a atender o apelo, o chamado que Deus lhe fazia.
Todos nós também tivemos a experiência que Isaías teve. Somos confrontados com a santidade absoluta do Senhor como o profeta foi, passamos então a entender nossa miserabilidade, nossa perdição, nossa pecaminosidade. Quando isto acontece, quando reconhecemos que somos pecadores e cremos na obra consumada na cruz por Jesus Cristo, somos então purificados pelo Seu sangue precioso e em seguida estaremos sendo comissionados, tanto quanto Isaías foi, para sermos testemunhas de Seu Nome.
Nada desta vida se compara a esta comissão. A causa de Deus é de uma grandeza tal que incorreremos em sérios prejuízos espirituais se negligenciarmos Seu chamado para nós.
Faça da causa de Deus, a anunciação do Evangelho, sua missão de tempo integral. Mesmo que nunca você vá para terras de além mar, todavia, compreenda que em qualquer coisa que esteja envolvido, como servo de Deus, você e eu temos a sagrada e solene responsabilidade de viver para a causa do Reino. De forma completamente integral. Não menospreze a causa de Deus. Não se iluda com o brilho das coisas deste mundo. O mundo e sua aparência logo passarão. Suas ilusões tornar-se-ão coisas do passado. Como ficarão aqueles que, dizendo-se servos de Deus, viveram aqui como se tudo isto fosse para sempre permanecer? Que deram mais valor às causas humanas, posto que transitórias e que não deveriam ser objeto de tanta deferência?
Meus irmãos, pensemos todos juntos nisto.